5 alertas importantes antes de vacinar o seu bebê!

Apenas cumprir os prazos e seguir a carteirinha de vacinação à risca, não garantem completamente a saúde do seu bebê. E é justamente por isso que nós resolvemos criar este artigo, dando 05 alertas importantes antes de vacinar o seu bebê!

Vacinar o seu bebê: Primeiro Alerta!

Pontualidade. Não faz mal se você atrasar ou até mesmo adiantar um pouco a vacina do seu pequeno. Entretanto, o ideal é evitar que isso aconteça, afinal de contas o calendário de vacinas foi programado para garantir a máxima eficiência.

Se você atrasar algumas vacinas, incluindo aquelas de reforço, seu bebê pode ficar desprotegido. Da mesma, forma, se você adiantar muito as mesmas, o sistema imunológico da criança pode não estar maduro o suficiente para responder com eficácia ao medicamento.

Mas, existem algumas exceções à regra, como é o caso da vacina contra a Catapora. Como esta doença é mais comum na primavera, adiantar a vacina para ficar protegido durante esta estação do ano, pode ser uma boa decisão.

Mas, é claro, antes de tomar esta atitude você deve consultar o pediatra para saber se o sistema imunológico do seu pequeno já está formado o suficiente para responder a injeção.

Vacinar o seu bebê: Segundo Alerta!

Quando adiar. Existem alguns casos onde adiar a vacina é necessário. Abaixo você confere uma lista de casos onde é importante adiar a vacina:

  • Febre alta;
  • Infecção Urinária;
  • Quadros virais que provocam manchas vermelhas na pele;
  • E quando a criança está fazendo uso de medicamentos que inibem a imunidade, como corticoides, por exemplo.

Entretanto, não é necessário adiar a vacina quando o bebê está apenas com gripe, alergia ou alguma indisposição sem agravantes. Em todo caso, se restar dúvidas, sempre é bom consultar um pediatra.

Vacinar o seu bebê: Terceiro Alerta!

Reação à vacina. Entre 85 e 90 por cento dos bebês não apresentam reações a vacina. Portanto, se o seu bebê não apresentar nenhuma reação, não significa que a vacina não tinha sido eficaz.

Afinal de contas, não se espera na maioria dos casos que a vacina dê algum sinal de que realmente está fazendo com que o sistema imunológico produza anticorpos. Na realidade, a única exceção a esta regra a BCG intradérmica, que é aplicada na maternidade e deixa aquela marquinha na pele, indicando que funcionou.

Mas, se o seu filho fazer parte dos 15% que apresentam reações a vacina, não se assuste. Não é nada grave e você pode resolver em casa mesmo.

Basta aplicar compressas frias sobre o local da picada no período de 24 horas depois da vacinação. Passando deste tempo, troque as compressas frias por compressas quentes.

Caso ele reaja com dores e febre, pode dar para ele o antitérmico ou analgésico que for indicado pelo pediatra. Entretanto, é importante que você não utilize estes medicamentos antes da vacinação, pois eles podem prejudicar a eficácia da vacina.

Vacinar o seu bebê: Quarto Alerta!

Onde aplicar. Existem três locais diferentes onde você pode levar seu filho para fazer a vacinação, os quais são: Postos de saúde, consultórios pediátricos e clínicas particulares.

Todos eles possuem suas vantagens, portanto, o ideal é que você escolha qual é o mais interessante para o seu caso em particular.

Por exemplo, enquanto no posto de saúde a aplicação e o medicamento tem custo zero, o tempo de espera pode ser maior, e as vacinas possuírem uma gama menor de bactérias contra as quais são eficazes.

Afinal de contas, enquanto no posto de saúde as vacinas aplicadas são as 10-valentes, as clínicas particulares aplicam a 13-valente.

Mas indiferente de qual for a escolha, o importante é garantir que o local seja bem higienizado, com geladeira ou câmara com controle de temperatura para armazenamento das vacinas e, claro, que seja fiscalizado pela vigilância sanitária.

Vacinar o seu bebê: Quinto Alerta!

Campanhas de vacinação. O objetivo almejado pelo Ministério da Saúde com as campanhas de vacinação é o de criar uma barreira imunológica dentro do país, para que pessoas que pegaram a doença no exterior, não a espalhem.

Sendo assim, se seu filho está com a vacinação em dia, não é extremamente necessário tomar a vacina. Mas, um reforço nunca é demais, mesmo que ele tenha tomado recentemente a vacina, não a risco em imuniza-lo duas vezes.

Na realidade, em alguns casos, isso é até muito indicado. Como, por exemplo, no caso da Sabin. Não por cuidados pessoais, mas para a comunidade como um todo. Afinal de contas, o vírus enfraquecido da Sabin (presente na vacina) se espalha pela população e cria uma imunização indireta na sociedade.
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